(des)crente

As vezes, você se esforça tanto para construir algo que demora algum tempo, anos, dois anos talvez, e no final percebe que suas mãos estão gastas, seu coração, suas idéias, tudo! E sente que é a hora de parar.

Daí então, vem também a ideia de parar não por causa do cansaço, mas porque, além do cansaço você percebe que levou à lugar nenhum tudo isso, talvez, para alguns possa ter surgido algum efeito, possa ter valido a pena, enquanto para outros, pensam que eu não fiz mais do que minha obrigação.

Olhar pra tudo isso, pra tudo de ruim que falam de você é horrível, te faz se sentir um nada. Talvez eu seja um nada. Algumas pessoas ainda acreditam em você, mas você mesmo não acredita mais, horrível é dizer hoje que estou desacreditado.

A certeza de que você está descreditado, é horrível. Hoje só acredito que estou desacreditado.
Só não quero ser lembrado pelas pessoas, pelas gerações futuras, que eu fui o fraco, que não exerci o trabalho direito, então, antes que eu seja lembrado por estas coisas, serei esquecido. Irei embora.
Esse é aquele momento que você acha que deu seu tudo, e que está na hora de outro marcar presença no seu lugar.

É sobre isso que se trata esse texto.
Sobre novo caminho.
Sobre ser fraco.

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